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quinta-feira, 15 de março de 2007

MICROSOFT OFFICE X THINKFREE....THINK O QUÊ?

É impressionantes a velocidade que a tecnologia vem crescendo, e um dos lugares onde se pode ver com maior abrangência essa realidade é com certeza na Internet.
Depois de sucessos como o Google, Orkut, Web Messenger e Youtube a onda do momento agora no conceito de Web 2.0, são os “softwares on-line” como o mais novo Thinkfree, software desenvolvido pela coreana Haansoft, que nada mais é que um “pacote office” inteiramente on-line que possibilita ao usuário desde editar textos (Thinkfree Write), planilhas (Thinkfree Calc) e apresentações (Thinkfree Show) até importar arquivos criados, por exemplo, no Microsoft Office (.doc, .xls, .ppt. ...), tudo pela Internet! V
eja algumas de suas características:


Funcionalidade:


Boa parte do projeto foi desenvolvido em Java, isso faz com que o usuário não precise nada mais do um Browser (menos o Opera) e um runtime Java instalado em seu computador.

Eu não tive muitas dificuldades em manuseá-lo, pois o layout do painel do usuário é bem dinâmico e simples, e mesmo sendo todo em inglês, ele acaba não trazendo muitas dificuldades até mesmo para usuários que não possuem muita intimidade com a Web.




Sua funcionalidade não difere muito dos pacotes office mais conhecidos hoje no mercado, como o da Microsoft e o Open Office da Sun. Tudo é praticamente idêntico, a posição da ferramentas o layout da folha, as fontes e até mesmo a possibilidade de importar arquivos .ppt, .doc e .xls entre outros.


O Thinkfree Write é com certeza o “carro chefe” entre os três. Consegui digitar tranqüilamente este texto através dele, aplicando as formatação mais básicas que um texto precisa como, por exemplo, negrito, itálico e sublinhado e fontes como Arial e Verdana, simplesmente excelente para aqueles momentos de emergência!




O Thinkfree Show também não fica para trás, mas dos três é o que menos se parece com as versões Desktop entre os concorrentes, como o PowerPoint, por exemplo. Mas levando em consideração que se trata de um “software on-line”, ele também pode ser uma boa opção nas horas difíceis. Seu destaque vai para a pré-visualização da apresentação, fazendo com que o usuário simplesmente esqueça que está trabalhando on-line e visualizando sua apresentação em Fullscreen!





Em especial, eu particularmente gostei mais do Thinkfree Calc. Como exemplo, eu criei uma planilha no Microsoft Excel, e apliquei sobre ela funções simples de multiplicação e soma, e ainda sim consegui editar a planilha com novas informações e atualizá-las através do botão ‘Evaluate”, um recurso simplesmente fantástico e muito útil para o dia a dia.

Concorrentes:

Além de possuir concorrentes de peso como o já mencionado Microsoft Office e o Open Office (pois o ThinkFree também possui uma versão Desktop), ele também está disputando mercado com ninguém menos que o gigante Google, e sua ferramenta "Google Docs & Spreadsheets". Sua vantagem técnica em relação ao "Google Docs & Spreadsheets" talvez ainda seja somente o fato do Thinkfree possuir um software para edição de apresentações, pois em ambos os serviços de edição de textos e planilhas possuem recursos semelhantes, por sinal, muito bons.
O Thinkfree possui hoje cerca de 220 mil usuários, e segundo o CEO da empresa, Kang Tae-jin, eles não tem planos de vender a empresa tão cedo, apesar de já receberem propostas de empresas como o próprio Google. Veja a máteria completa aqui.


Pontos:

Fracos: ser em inglês, exigir conexão de no mínimo 500Kbps, não aceitar resolusão menor que 1024x768 e por fim, segundo o site da FolhaOnline, ele tambem possui instabilidade frequente com ou sem JAVA instalado no computador.

Fortes: ser gratuito, atender as nescessidades básicas do cotidiano, disponibilizar 1GB de espaço para arquivos, ser "indiretamente" um software multiplataforma, pois nescessita somente de um navegador Web e principalmente, a possibilidade de importação de arquivos de outros softwares.


Sugestões:

Os criadores do software poderiam traduzir a página para o português atraindo assim novos usuários aqui no Brasil. Uma idéia também seria a de adicionar ao Thinkfree um software semelhante ao Dreamweaver ou Flash, ampliando ainda mais o leque de opções freeware para o usuário.



Conclusão:

O Thinkfree, apesar de não ser a melhor solução Office do mercado, é com certeza recomendadíssimo pela sua eficiência e praticidade! Ele é uma excelente opção para o gênero e pode substituir tranquilamente os atuais pacotes Office do mercado, desde que seja para atividades simples de edição. É claro que ele ainda nescessita de muitas melhorias, principalmente no quesito "tempo de resposta" para uma determinada atividade, mas isso certamente será corrigido ao longo do tempo, ainda mais agora com o aumento significativo do numero de usuários.

Não duvide se daqui alguns anos, trabalhos como desenvolvimento de aplicativos, edição de imagens e criação de sites seja tudo feito on-line. Isso não seria uma idéia ruim, principalmente para grandes emrpesas que investem milhões de dólares todos os anos com licenças de softwares. A Web 2.0 realmente promete!

quinta-feira, 1 de março de 2007

CONHEÇA A WEB 2.0!

O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web --tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A idéia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os usuários colaborem para a organização de conteúdo.Dentro deste contexto se encaixa a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas. Também entra nesta definição a oferta de diversos serviços on-line, todos interligados, como oferecido pelo Windows Live. Esta página da Microsoft, ainda em versão de testes, integra ferramenta de busca, de e-mail, comunicador instantâneo e programas de segurança, entre outros. Muitos consideram toda a divulgação em torno da Web 2.0 um golpe de marketing. Como o universo digital sempre apresentou interatividade, o reforço desta característica seria um movimento natural e, por isso, não daria à tendência o título de "a segunda geração". Polêmicas à parte, o número de sites e serviços que exploram esta tendência vem crescendo e ganhando cada vez mais adeptos. Confira um glossário da Web 2.0 elaborado pela Folha de S.PauloAdSense: Um plano de publicidade do Google que ajuda criadores de sites, entre os quais blogs, a ganhar dinheiro com seu trabalho. Tornou-se a mais importante fonte de receita para as empresas Web 2.0. Ao lado dos resultados de busca, o Google oferece anúncios relevantes para o conteúdo de um site, gerando receita para o site a cada vez que o anúncio for clicado Ajax: Um pacote amplo de tecnologias usado a fim de criar aplicativos interativos para a web. A Microsoft foi uma das primeiras empresas a explorar a tecnologia, mas a adoção da técnica pelo Google, para serviços como mapas on-line, mais recente e entusiástica, é que fez do Ajax (abreviação de "JavaScript e XML assíncrono") uma das ferramentas mais quentes entre os criadores de sites e serviços na web Blogs: De baixo custo para publicação na web disponível para milhões de usuários, os blogs estão entre as primeiras ferramentas de Web 2.0 a serem usadas amplamente Mash-ups: Serviços criados pela combinação de dois diferentes aplicativos para a internet. Por exemplo, misturar um site de mapas on-line com um serviço de anúncios de imóveis para apresentar um recurso unificado de localização de casas que estão à venda RSS: Abreviação de "really simple syndication" [distribuição realmente simples], é uma maneira de distribuir informação por meio da internet que se tornou uma poderosa combinação de tecnologias "pull" --com as quais o usuário da web solicita as informações que deseja-- e tecnologias "push" --com as quais informações são enviadas a um usuário automaticamente. O visitante de um site que funcione com RSS pode solicitar que as atualizações lhe sejam enviadas (processo conhecido como "assinando um feed"). O presidente do conselho da Microsoft, Bill Gates, classificou o sistema RSS como uma tecnologia essencial 18 meses atrás, e determinou que fosse incluída no software produzido por seu grupo Tagging [rotulação]: Uma versão Web 2.0 das listas de sites preferidos, oferecendo aos usuários uma maneira de vincular palavras-chaves a palavras ou imagens que consideram interessantes na internet, ajudando a categorizá-las e a facilitar sua obtenção por outros usuários. O efeito colaborativo de muitos milhares de usuários é um dos pontos centrais de sites como o del.icio.us e o flickr.com. O uso on-line de tagging é classificado também como "folksonomy", já que cria uma distribuição classificada, ou taxonomia, de conteúdo na web, reforçando sua utilidade Wikis: Páginas comunitárias na internet que podem ser alteradas por todos os usuários que têm direitos de acesso. Usadas na internet pública, essas páginas comunitárias geraram fenômenos como a Wikipedia, que é uma enciclopédia on-line escrita por leitores. Usadas em empresas, as wikis estão se tornando uma maneira fácil de trocar idéias para um grupo de trabalhadores envolvido em um projeto.